quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Na janela...

Era tarde de domingo. Como de costume, estava em minha janela observando o movimento das pessoas que por perto trafegavam. Quieta com meus pensamentos, ensimesmada com meus botões, pensava quando seria o dia em que finalmente te veria chegar por lá. Me observaria, encostado do outro lado da rua. Simplesmente algumas trocas de olhares me deixariam envergonhada, afinal não é necessário muito para me deixar assim. Então se aproximaria da calçada e perguntaria meu nome e qualquer outra coisa sem sentido, somente para puxar assunto. Eu perceberia com certa dificuldade, já que não estou acostumada com essas coisas de paquera. A gente poderia conversar, você me pegaria em casa ás oito e poderíamos ir ao cinema. Na volta pra casa, você me levaria até a porta e eu logo diria que iria entrar devido ao frio. Me viraria e você puxaria meu braço delicadamente, e com um olhar encantador me daria um beijo, meu primeiro beijo que seria inesquecível. Bom, tudo isso parece cenas e mais cenas de um filme do mais puro romance não é? Pois bem, é isso mesmo! Continuo em minha janela, no domingo a tarde, sonhando contigo, que não possui rosto, silhueta, caráter ou encanto algum. Continuo aqui, sonhando com alguém que nunca vai chegar, ou pelo menos, não dessa forma tão clichê. Quando acontecer, será nos mais simples padrões dos dias de hoje, quem sabe apenas um simples beijo sem sentimento algum de uma ou ambas as partes? Não saberei até acontecer, mas de uma coisa tenho certeza, farei o possível pra que tudo seja com a pessoa certa e que mesmo não chegando em um cavalo branco,você ao menos chegue cheio, ou pelo menos, com algum verdadeiro amor. Tarefa proposta pela professora Ilvanita de Sousa Barbosa, de Língua Portuguesa, que nos orientou á produção de uma crônica com base em uma imagem selecionada do livro Movimento do Aprender.

Poema II

Nome: A lua foi ao cinema. Autor: Paulo Leminski. A lua foi ao cinema passava um filme engraçado, a história de uma estrela que não tinha namorado. Não tinha porque era apenas uma estrela bem pequena, dessas que, quando apagam, ninguém vai dizer, que pena ! Era uma estrela sozinha, ninguém olhava pra ela, e toda a luz que ela tinha cabia numa janela. A lua ficou tão triste com aquela história de amor, que até hoje a lua insiste: - Amanheça, por favor ! Biografia de Paulo Leminski Paulo Leminski nasceu em 1944 em Curitiba, e foi um escritor, tradutor, poeta, e professor brasileiro, e além de tudo era um lutador de judô faixa-preta. Leminski tornou-se reconhecido por ter inventado seu proprio jeito para escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares. Paulo Leminski foi também professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, além de professor de judô. Leminski teve poemas e textos publicados em diversas revistas, escreveu letras de músicas com uma grande influência de MPB (Música Popular Brasileira) chegando até a fazer pareceria com Caetano Veloso.

Poema I

Foi proposto pela professora Ilvanita, que fizéssemos a leitura de alguns poemas, e deles deveríamos selecionar três que tenhamos gostado. Irei publica-los em postagens separadas, junto a biografia de seus altores. Poema I Livro: Nariz de vidro. Título: Bilhete Autor: Mario Quintana Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, enfim, tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda. Biografia de Mario Quintana ( resumo ) Mário Quintana foi um importante escritor, jornalista e poeta gaúcho. Nasceu na cidade de Alegrete (Rio Grande do Sul) no dia 30 de julho de 1906. Trabalhou também como tradutor de importantes obras literárias. Com um tom irônico, escreveu sobre as coisas simples da vida, porém buscando sempre a perfeição técnica. Sua infância foi marcada pela dor e solidão, pois perdeu a mãe com apenas três anos de idade e o pai não chegou a conhecer. Já na fase adulta, Mário Quintana foi trabalhar na Editora Globo. Começou a atuar na tradução de obras literárias. Durante sua vida traduziu mais de cem obras da literatura mundial. Entre as mais importantes, traduziu “Em busca do tempo perdido” de Marcel Proust e “Mrs. Dalloway” de Virgínia Woolf. Com 34 anos de idade lançou-se no mundo da poesia. Em 1940, publicou seu primeiro livro com temática infantil: “A rua dos cataventos”. Volta a publicar um novo livro somente em 1946 com a obra “Canções”. Dois anos mais tarde lança “Sapato Florido”. Porém, somente em 1966 sua obra ganha reconhecimento nacional. Ainda em vida recebeu outra homenagem em Porto Alegre. No centro velho da capital gaúcha é montado, no prédio do antigo Hotel Majestic, um centro cultural com o nome de Casa de Cultura Mário Quintana. Faleceu na capital gaúcha no dia 5 de maio de 1994, deixando um herança de grande valor em obras literárias.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Carta de paz

São Bernardo do Campo, 24 de outubro de 2013 Prezado você, Escrevo essa carta porque eu quero paz no mundo, é difícil entender como as pessoas conseguem viver assim, viver com tantas guerras. Pra que tanta violência? Essas perguntas são muito difíceis de responder. Se as pessoas resolvessem se manifestar civilizadamente seria muito melhor. Não precisava de violência, não precisa desses conflitos que existem. Quase todo instante eu penso em como seria bom se não existisse guerra, seria muito bom se existisse a paz mundial, eu acho que terá um dia em que a paz ira dominar. E quando esse dia chegar será ótimo.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Síntese do livro " Uma garrafa no mar de gaza"

O livro relata a história de uma menina chamada Tal que era israelense e morava em Tel Aviv, um dia resolveu escrever uma carta, porque perto da casa dela uma jovem morreu em um Cibercafé e estava a poucas horas de se casar, nessa carta estava escrito uma mensagem de paz, porque o país dela (Israel) estava em conflito com um ''país'' vizinho (Palestina), então pediu para o seu irmão que era enfermeiro militar colocar a mensagem que estava dentro de uma garrafa e jogar no mar de Gaza. Tempos depois um palestino chamado Naim encontrou essa carta na areia ele leu e respondeu para Tal sendo grosseiro com ela. Eles conversam por vários meses. Um Tal sofreu um acidente causado pelo conflito, um ônibus tinha explodido perto de onde Tal estava, Naim fica muito preocupado com Tal, e percebe que esta se apaixonando por Tal, mas ele não quer que essa paixão exista, então cria uma imagem em que ela é feia, gorda e que nunca ia dar certo o namoro dos dois. Quando Tal manda um e-mail para Naim ela diz que iria por uma foto para ele vê como ela é, quando ele vê a foto dela ele fica mais apaixonado por ela. Um dia Naim escreve um e-mail para Tal dizendo que seria o último e-mail dele, ele diz que não é para ela responder, porque ele queria esquecer um pouco ela, e também fala que ele iria para o Canadá estudar e daqui 3 anos era para ela encontrar ele em frente uma fonte em Roma, e ele estaria segurando a garrafa com a mensagem de baixo do braço. Eu acho que todos deveriam ler esse livro para saber que o mundo tem conflitos, e que mesmo com conflitos a esperança entre as nações ficarem em paz.

Biografia de Valérie Zenatti

Valérie Zenatti nasceu em Nice, em 1970 e, com a idade de treze anos, se mudou com sua família para Israel, onde se estabeleceram em Beersheba, no deserto de Negev. Quando tinha dezoito anos, ela fez o serviço militar, que é exigido de jovens homens e mulheres da mesma forma e logo depois retornou à França. Ela trabalhou lá como au pair, vendedora, jornalista e professor de hebraico. Hoje, ela é um autor freelance, roteirista e tradutor e está profundamente envolvido com o trabalho de Aharon Appelfeld. Seus livros para crianças e adultos jovens, em grande parte inspirados por suas experiências pessoais, se preocupam tanto com as experiências das crianças e as culturas juvenis e as vidas cotidianas de jovens em meio aos conflitos culturais, políticas e religiosas entre Gaza e Jerusalém.Um exemplo disso é »Quand j'étais soldate" (2002; Eng »Quando eu era um soldado", de 2005.), Que descreve seu próprio tempo no serviço militar, dando conta da vida como um soldado do sexo feminino, representando o lento transição da infância para a idade adulta. Ele descreve o caminho do personagem principal, Valérie, a partir de seus exames, através de seu ingresso no exército, às rotinas e exercícios militares e falta de sono e privacidade. O jovem imigrante, cheio de curiosidade, está entusiasmado com seu trabalho em contra-espionagem e, pela primeira vez, sente-se um sentimento de pertença. No entanto, ainda há momentos em que as imagens do inimigo e as razões de seu próprio comportamento tornar-se turva. O autor descreveu sua abordagem para escrever o livro em uma entrevista com o The Times »«: »É mim, mas não sou eu. [...] É a minha história, mas eu escrevi-o como um romance.Não é um livro de memórias exata." Embora haja uma notável ausência de discussão política neste romance para jovens adultos, seu segundo livro, »Une bouteille dans la mer de Gaza" (2005, Eng. »A Garrafa no Mar de Gaza", 2008) reflete sobre a política de Valérie Zenatti confronto em seus primeiros anos em Israel. As vidas anos Tal dezessete na parte judaica de Jerusalém. Depois de um atentado suicida em um lugar público no bairro, ela decide dar uma cara para o chamado inimigo na Faixa de Gaza. Através de mensagens em garrafas e coincidências, ela começa a conhecer a 20 anos de idade Naïm. Os dois se comunicam por e-mail. Esta é uma descrição narrativa do primeiro passo para aproximar-se e superar os estereótipos arraigados de posições culturais e políticas. Valérie Zenatti tem escrito adaptações cinematográficas de livros »En retard pour la guerre" (2006, t: Tarde para a guerra) e »Une bouteille dans la mer de Gaza". O último foi nomeado, em 2007, tanto para o Prêmio Alemão de Jovem Adulto Ficção eo Prêmio Gustav-Heinemann. Valérie Zenatti vive em Paris.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Israel X Palestina 2

O caminho de Jerusalém a Ramallah é em parte ladeado por um muro de mais de oito metros de altura, que termina num emaranhado de arame farpado. Suas dimensões ficam mais claras quando mulheres, apequenadas, passam a pé ao seu lado. A estrutura é um fragmento da barreira que separa Israel da Cisjordânia – território palestino que abriga, no entanto, diversas colônias judaicas. Segundo os dados mais recentes do Ministério da Defesa de Israel, a barreira tem hoje 515 quilômetros de extensão. Quando estiver terminada, terá 790 quilômetros – 93% de arame, 7% de concreto. Sua construção teve início há dez anos, em meados de 2002, no auge do levante palestino conhecido como Segunda Intifada. Na época, atentados praticados por homens-bomba haviam se tornado um flagelo permanente nas cidades israelenses. Erguidos para impedir a movimentação dos terroristas, muros e cercas cumpriram sua função: em 2002, atentados mataram 450 judeus, contra 25 em 2011. Hoje, a maior parte dos ataques ao território israelense se deve aos morteiros Qassam lançados pelo Hamas, grupo fundamentalista islâmico que controla Gaza, o outro enclave dos palestinos, na fronteira com o Egito e às margens do Mediterrâneo. Arame e concreto são, no entanto, apenas a parte visível do sistema de controle que Israel consolidou na última década - e que hoje define o conflito entre judeus e palestinos. Antes da Segunda Intifada, que teve início em 2000, o tema das fronteiras entre Israel e uma futura nação palestina era o que mobilizava as lideranças dos dois lados. Em 1993, um acordo foi firmado em Oslo, na Noruega, visando à criação de dois estados e indicando quais seriam os limites territoriais de cada um. As negociações, no entanto, logo emperraram. Nos anos seguintes, assentamentos judeus proliferaram na Cisjordânia. Em paralelo, radicais palestinos lançavam mão do terror, até que a escalada de atentados nas maiores cidades de Israel provocou a construção da barreira de segurança e marcou o fim desse momento no confronto entre os dois povos. Como têm observado diversos analistas, o fracasso do processo político que pretendia culminar na criação de dois estados teve duas consequências. A primeira foi reforçar, na prática, o controle de Israel sobre toda a terra que se estende da margem ocidental do rio Jordão às praias do Mediterrâneo. Mesmo sem governar formalmente os territórios palestinos de Gaza e da Cisjordânia, é Israel quem define, com uma miríade de passes, autorizações e registros, quem pode entrar ou sair dessas áreas, quem nelas pode fixar residência ou exercer atividades econômicas, quais os bens que nelas podem circular. Na viagem de Jerusalém a Ramallah, por exemplo, é necessário passar por um checkpoint, onde militares israelenses armados com fuzis fazem a fiscalização das pessoas que transitam por ali. Para quem sai de Israel e entra na Cisjordânia, o controle é um pouco menor, especialmente se os passageiros dos veículos não usam os trajes árabes. Na volta, a fila pode durar horas. "Nas passagens feitas para os colonos judeus, os carros raramente são parados", explica um taxista de origem árabe, mas portador do documento de identidade azul, que lhe dá acesso mais fácil a Jerusalém e outras áreas israelenses. A identidade verde, da maioria dos palestinos que vivem na Cisjordânia, exige de seu portador permissões específicas para cada deslocamento: por motivo religioso, de saúde, de trabalho etc. O controle militar e burocrático, é óbvio, também se reflete na economia dos territórios palestinos. Em 2011, registrou-se um aumento de 7% no comércio entre Israel e Cisjordânia. Foi significativo o crescimento da compra de produtos palestinos pelos israelenses, segundo dados fornecidos pelo Ministério de Relações Exteriores de Israel. "Temos trabalhado intensamente nos últimos anos com os palestinos e a comunidade internacional para garantir o desenvolvimento econômico da Palestina e diminuir os obstáculos para seu progresso", diz a diretora do escritório de assuntos econômicos do Ministério de Relações Exteriores israelense, Yael Ravia-Zadok. Mas, segundo Filippo Grandi, maior autoridade da ONU em assuntos humanitários no Oriente Médio, essa evolução econômica é "artificial e inconstante". Diz ele: “O comércio depende de muitas aprovações e restrições.” A segunda consequência do colapso dos acordos de Oslo foi trazer de volta para a dianteira o elemento étnico e cultural que sempre esteve no cerne do embate entre judeus e palestinos, mas que parecia ter ficado em segundo plano nos anos em que as negociações versavam sobre terra e fronteiras. Isso, obviamente, é uma péssima notícia. Em lutas desse tipo, há muito pouco espaço para compromissos. Um sinal do novo peso do elemento étnico no conflito é emitido pelos árabes que vivem em Israel propriamente dito – uma minoria de cerca de 1,4 milhão de pessoas, contra 7 milhões de judeus. Legalmente, eles desfrutam de cidadania – mas reclamam continuamente de discriminação política e de receberem fatias significativamente menores do dinheiro do estado para financiar, por exemplo, educação ou moradia. Segundo um artigo recente da revista britânica The Economist, isse se traduz em descrença nas instituições de Israel e em crescente identificação com os palestinos dos territórios ocupados. Diz a reportagem: “Muitos que costumavam se identificar como árabes israelenses hoje se apresentam como ‘palestinos com cidadania de Israel’.” Conselheiro do gabinete de Ehud Barak, primeiro-ministro de Israel entre 1999 e 2001, o cientista político Menachem Klein, da universidade de Bar Illan, é um dos mais destacados defensores da tese de que segurança e etnia são hoje as questões-chave não somente para grupos minoritários, mas para a maioria da população judaica, num processo que enfraquece as bases da democracia israelense. “Ao contrário do que acontecia na década de 1990, quanto a sociedade israelense se mostrava mais aberta que nunca aos valores liberais, hoje os judeus de Israel se sentem menos inclinados a incluir os palestinos em sua esfera política”, diz ele no livro The Shift: Israel-Palestine from Border Struggle to Ethnic Conflict. Desde sua fundação, em 1948, Israel foi alvo do ódio irracional da vizinhança muçulmana. Do Hamas na Faixa de Gaza ao regime iraniano dos aiatolás e de Mahmoud Ahmadinejad, o estado judeu permanece na mira de grupos que não aceitam que sua existência é legítima e que declaradamente buscam a sua destruição. Nessas circunstâncias, um sistema poderoso de segurança e vigilância é um imperativo. Mas, a longo prazo, manter sistemas desse tipo representa um ônus para sociedades democráticas - o que Israel sempre foi e continua sendo. É contra esse pano de fundo que o site de VEJA publica a partir deste sábado uma série de reportagens especiais, mostrando a textura da vida cotidiana para judeus e palestinos no momento atual. Em uma cidade israelense, por exemplo, brinquedos de crianças são também abrigos contra ataques com foguetes, e as mulheres não usam saltos nas ruas porque precisam estar prontas para correr a um sinal de perigo. Enquanto em um campo de refugiados palestinos, os moradores precisam de acompanhamento médico e psicológico para superar os traumas de terem suas casas invadidas e parentes presos no meio da noite.

Primavera Árabe

Os ataques a civis e militares na Síria podem ser entendidos a partir do significado do termo Primavera Árabe, ou seja, uma expressão criada para designar a onda de protestos que marcou os países árabes a partir do final de 2010. Esse entendimento é importante, mas a Primavera Árabe não foi iniciada na Síria e sim, na Tunísia com a derrubada do ditador Zine El Abidini Ben Ali. Síria, Tunísia, Líbia e Iraque são apenas alguns dos países nos quais as milícias rivais estão intensificando uma guerra que não tem dia e nem hora para acabar. A Primavera Árabe se caracteriza pelos múltiplos protestos e conflitos entre diferentes grupos que querem assumir o poder e perpetuá-los como uma forma de dominar a população, mas também representa a luta de uma sociedade que está cansada dos conflitos em torno de questões econômicas, políticas, sociais, culturais e sexuais. O alto índice de desemprego, inflação, corrupção e preconceito são apenas um exemplo das mazelas existentes nos países árabes e que são ou foram tão comuns em países da América Latina e que hoje estão representados na Primavera Árabe como um despertar da sociedade cansada e afligida pela situação atual desses países. Estudiosos dos conflitos árabes afirmam que a Primavera Árabe é resultado de três formas de conflitos. O primeiro conflito se refere à falta de identidade de um povo que se divide entre a confirmação da identidade nacional árabe e a religiosidade extrema característica do islamismo que influencia todas as áreas da população. O segundo conflito está relacionado aos habitantes das regiões rurais e nas quais o conservadorismo é mais acentuado e habitantes de regiões citadinas, que tendem a ser menos religiosos e adotam uma postura ocidentalizada. O terceiro e último conflito, mais sectarista, acentua a rivalidade entre os xiitas do Islã que estão se espalhando pela região e que pode resultar num governo ainda mais ditador e autoritário do que já tiveram ou mantêm em alguns países. O resultado mais aterrorizante dos conflitos pode ser notado na Síria, acusada de usar armas químicas contra a população, principalmente na periferia de Damasco. A Síria é um dos poucos países que não fazem parte do tratado internacional que proibe armas químicas e que por isso se acha no direito de massacrar a população que clama por seus direitos. Outros países árabes, apesar do tratado internacional sobre o uso de armas químicas, podem seguir o mesmo caminho da Síria, causando um conflito ainda maior e provocando a morte de milhares de pessoas inocentes. Referência: http://www.dm.com.br/texto/139891-primavera-arabe-e-os-ataques-na-saria

Israel X Palestina

A terra da palestina é considerada sagrada para as três maiores religiões do planeta. As raízes desse conflito remontam do início do século XX, quando colonos judeuscomeçaram a migrar para a região com base no movimento sionista, que tinha comoobjetivo a formação de um estado judeu na palestina, que, segundo a maior parte dosjudeus, seria a única maneira de se refugiar de perseguições (cruzadas,progroms e porfim o holocausto). Esse foi um reino judeu onde os judeus viveram por muitos séculos. Após asegunda diáspora judaica, com a destruição de Jerusalém, os judeus foram para outros paísesda Ásia Menor, África ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas nos países doLeste Europeu ficam conhecidas como Asquenazi (netos de Noé). Os judeus do norte da África(sefardins) migram para a península Ibérica. Expulsos de lá pelo crescente cristianismo doséculo XV, migram para os Países Baixos, Bálcãs, Turquia, Palestina e, estimulados pelacolonização europeia, chegam ao continente americano. Somente após as revoltas contra osRomanos, de 70 a 135 DC, a terra, Judéia, recebeu dos romanos o nome de Palestina. Os povosárabes também habitaram essa terra por séculos. Suas presenças aumentaramsignificativamente após a conquista muçulmana no século VII. As vidas e tradições doshabitantes são muito ligadas aos lugares dessa terra, onde muitos tiveram ancestrais porinúmeras gerações. Jerusalém é um centro cultural, social e religioso tanto para os judeusquanto para os árabes. Atualmente existe uma maioria judaica de 5 milhões de pessoas e cercade 4,5 milhões de árabes.Até 1917, o Império Otomano ocupava toda a região. Depois de perder a I Guerra Mundial, osotomanos entregaram seu controle de 500 anos às forças aliadas, que decidiram dividir oantigo império em países.O primeiro-ministro britânico, Lord Balfour, reconheceu o direito histórico do povo judeu à suaterra natal. A Inglaterra foi autorizada pela Liga das Nações para promover a criação de umestado judeu. O estado judeu originalmente incluía não apenas a Cisjordânia, mas também a margem direita do rio Jordão. Essa autorização da Liga das Nações, que incluía a Cisjordânia, foi reafirmada pela ONU após a II Guerra Mundial.Possíveis soluções para o conflito: As soluções 1 e 2 envolveriam a eliminação do outro lado pela força. O1) Os árabes ficam com toda a terra resultado mais provável dessas soluções seria que ambos os lados iriam lutar entre si até a destruição mútua. Apenas um genocídio e deportação em larga escala poderia trazer tal cenário.2) Os judeus ficam com toda a terra A solução 3, o Estado bi-nacional, pode até soar atraente na teoria, mas seria impraticável dado o nível de tensão e ódio entre as partes. Além disso, esse3) Um Estado bi-nacional para judeus e árabes tipo de solução contraria os anseios por autonomia e autodeterminação de cada um dos povos. A única possibilidade de alcançar uma paz duradoura seria através da4) Dois Estados para Dois Povos existência de dois estados independentes: Israel e Palestina, vivendo lado a lado, com fronteiras seguras e mutuamente reconhecidas. Com o fim do mandato britânico, a Resolução 181 da Assembleia Geral das Nações Unidas recomendou a criação de dois Estados, um judeu e um árabe. Os judeus aceitaram e passaram a criar o Estado de Israel, enquanto os árabes recusaram o compromisso e iniciaram uma guerra para destruir o recém-criado Estado judeu. E, portanto, a Resolução 181 ficou sem validade legal. No final da Guerra da Independência, foi formada uma linha de cessar fogo, quando as forças israelenses pararam de lutar. Por insistência dos líderes árabes, essa linha foi definida como não tendo nenhum significado político. Embora essa linha seja comumente chamada de fronteira de 1967, ela não é de 1967 e nunca foi uma fronteira internacional. É por isso que a definição legal mais exata para a Cisjordânia, não é como sendo um território ocupado, mas sim, um território em disputa. A presença de Israel na Cisjordânia é o resultado de uma guerra de autodefesa. A Cisjordânia não deveria ser considerada ocupada porque não havia nenhum poder soberano legal na área. O plano de separação de 1947 não tem nenhuma validade atual, enquanto que o direito de Israel a terra foi claramente reconhecido pela comunidade internacional do século XX. É por isso que a construção de assentamento israelenses na Cisjordânia não deveria ser considerado ilegal. Por motivos históricos, religiosos, políticos e materiais, israelenses e palestinos disputam continuamente pela soberania da Palestina, região do Oriente Médio. O conflito, que se insere no contexto maior das disputas entre árabes e israelenses, remonta ao século 19, quando o movimento sionista e o nacionalismo árabe começaram a ganhar forma. Reivindicada por ambos os grupos, a Palestina é o cenário de muitas narrativas bíblicas, sendo apontada como o local onde teria florescido a antiga monarquia hebraica, posteriormente desmembrada nos reinos de Israel e Judá. É também o berço de muitas outras civilizações semíticas, muitas das quais coexistiram com os povoados hebreus ou os que precederam. Em 1897, em grande parte devido à intensificação do antissemitismo europeu, foi fundado o movimento sionista. Esse movimento pregava um retorno dos judeus à Palestina, além do estabelecimento de um estado nacional judeu na região. Organizações sionistas internacionais logo começaram a patrocinar a migração de judeus para a Palestina. A aquisição de terras por parte de imigrantes judeus foi vista com hostilidade por líderes árabes da região, que também passaram a lutar pela criação de um estado árabe. Entre 1920 e 1948, após a derrota do Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, o território da Palestina esteve sob controle do Reino Unido, que já havia declarado sua intenção de favorecer a criação de um estado judaico na região por meio da “Declaração de Balfour” de 1917. Em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou um plano de partilha da Palestina, criando um estado judeu e um estado palestino. O acordo não foi aceito por palestinos e lideranças árabes, que iniciaram uma campanha militar contra o recém-fundado estado de Israel. A guerra árabe-israelense de 1948 culminou com a derrota dos exércitos da Síria, do Jordão, do Iraque e do Egito e com a expansão das fronteiras israelenses para além do que fora estipulado pela ONU. Em 1967, na Guerra dos seis dias, judeus e árabes entraram novamente em confronto, tendo Israel conquistado o território do deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e as colinas de Golã. Quase todo o território palestino passou para as mãos de israelenses. Em 1982, os israelenses se retiraram da faixa de Gaza após assinar um acordo com o governo egípcio. Entre 1987 e 1993, palestinos se sublevaram contra o estado de Israel em uma série de protestos violentos caracterizados pelo uso de armas simples, como pedras e paus, episódio que ficou conhecido como Intifada. Em 1993, em Oslo, Israel se comprometeu a devolver os territórios ocupados durante a guerra dos seis dias em troca de acordos de paz definitivos com as lideranças árabes, representadas pela Organização para Libertação da Palestina (OLP). Em 1998, foi assinado o acordo de Wye Plantation, por meio do qual os israelense entregaram aos palestinos várias áreas ocupadas. Em julho de 2000, em Camp David (EUA), o líder palestino Yasser Arafat e o premiê israelense Ehud Bara se reuniram para fazer um acordo visando resolver questões mais delicadas, mas não obtiveram sucesso. No mesmo ano, teve início uma nova rebelião popular palestina contra Israel, a chamada “segunda intifada”. A partir de 2002, intensificaram-se os atentados terroristas e ataques suicidas organizados por grupos extremistas contra Israel. Como consequência, os israelenses invadiram áreas palestinas autônomas e cercaram a sede de Arafat em Muqata, onde o líder palestino permaneceu até sua morte, em 2004. Em 2005, Israel, por iniciativa do premiê Ariel Sharon, coordenou um amplo plano de retirada de assentamentos judaicos da região de Gaza. Recentemente, a região assistiu a uma leva de atentados terroristas promovidos pela organização extremista palestina Hamas e à escalada da violência por parte das autoridades israelenses. O premiê Benjamin Netanyahu e o líder palestino Mahmoud Abas, ligado à Fatah, organização palestina moderada, continuam dialogando pela resolução de questões polêmicas. Referências: http://acervo.estadao.com.br/noticias/topicos,israel-x-palestinos,888,0.htm

Estado-Nação

A ideia de Estado-nação nasceu na Europa em finais do século XVIII e inícios do século XIX. Provém do conceito de "Estado da Razão" do Iluminismo, diferente da "Razão de Estado" dos séculos XVI e XVII. A Razão passou a ser a força constituidora da dinâmica do Estado-nação, principalmente ao nível da administração dos povos. A ideia de pertença a um grupo com uma cultura, língua e história próprias, a uma nação, foi sempre uma das marcas dos europeus nos últimos séculos, ideal que acabariam por transportar para as suas projeções coloniais. Há um efeito psicológico na emergência do Estado-nação, pois a pertença do indivíduo a tal estrutura confere-lhe segurança e certeza, enquadramento e referência civilizacional. O Estado-nação afirma-se por meio de uma ideologia, uma estrutura jurídica, a capacidade de impor uma soberania, sobre um povo, num dado território com fronteiras, com uma moeda própria e forças armadas próprias também. É na sua essência conservador e tendencialmente totalitário. O aparecimento do Estado-nação corresponde à fase nacionalista do Ocidente e ao seu processo de industrialização. Assim, o seu surgimento justificou investimentos tecnológicos e com eles lucrou, fomentando as economias nacionais e gerando capacidades militares de defesa e mesmo de ataque. Além do mais, transformou o nacionalismo numa ideologia que não mais parou de ganhar adeptos e permitiu aspirações de natureza económica e territorial. Marx defendeu ainda que o proletariado era apátrida, era internacional, mas a Primeira Guerra Mundial, na sua origem como nas suas consequências, acabou por reforçar a ideia do Estado-nação e dos nacionalismos. Estes foram combatidos pela União Soviética, plurinacional mas internacionalista, mas que na sua desagregação acabaria por ver irromper, no seu antigo território, tantos Estados-nações amordaçados durante mais de setenta anos. A União Soviética, no entanto, não era um Estado-nação, mas um conjunto de 15 Estados-nações e mais de 100 povos por eles espalhados, muitos nómadas e clânicos mas, com a sovietização, enquadrados dentro de limites territoriais impostos por Moscovo. Se nasceu entre as potências colonizadoras no século XIX, também nesta centúria o conceito de Estado-nação ganharia os povos da Europa de Leste, ameaçando ruir os antigos impérios dinásticos da Europa, nomeadamente o Austro-Húngaro, em cujo seio estalou a Primeira Guerra Mundial, graças a um estudante sérvio que lutava pela proclamação de um Estado para a sua nação sérvia. Era a época dos nacionalismos e da emergência das nacionalidades, que Estaline reprimiria na União Soviética e que Hitler tentara subjugar com o nazismo, mas que acabou por sair da Europa e conquistar outros continentes, acelerando a descolonização africana, por exemplo. Nalguns casos, no pós-Segunda Guerra, o nacionalismo ganhou um cariz religioso, como o Irão xiita, noutros assumiu o comunismo como bandeira ideológica e política. Mas na Europa, com Charles de Gaulle e Jean Monet, por exemplo, sem se perder a ideia do Estado-nação, criou-se, com a Comunidade Europeia, a Europa das Nações, que tem paralelo militar e político na NATO e até nas Nações Unidas. As nacionalidades não se diluíram, pelo contrário, como nos Balcãs, antes se agruparam na prossecução de interesses e estratégias que só em comum em concertação poderiam superar crises e estabelecer vias e metas para o futuro. Outros pontos do globo, a ideia de um povo, uma língua, um território, logo uma nação, daí a necessidade de Estado, a independência enfim, tem pulverizado e retalhado antigos grandes Estados, gerando conflitos e escaladas de violência inusitadas.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

QUESTÕES DE HISTÓRIA

1) O que é um estado nação? Quais são suas principais características? Quando começaram a ser importantes para a história da Europa e da América?
R: O estado nação afirma-se por meio de uma ideologia, uma estrutura jurídica, a capacidade de impor uma soberania , sobre um povo , num dado território com fronteiras , com uma moeda própria e forças armadas próprias também.
O aparecimento do estado nação corresponde à fase nacionalista do Ocidente e ao seu processo de industrialização. Assim, o seu surgimento justificouinvestimentos tecnológicos e com eles lucrou, fomentando as economiasnacionais e gerando capacidades militares de defesa e mesmo de ataque. Alémdo mais, transformou o nacionalismo numa ideologia que não mais parou deganhar adeptos e permitiu aspirações de natureza econômica e territorial.
2) Porque é importante diminuir os territórios? E estabelecer identidades nacionais? E governos próprios?
R: Isso é necessário pois caso essas coisas não sejam feitas , necessariamente gerariam conflitos internos e externos. Poderiam ocorres discordâncias em conjunto.

3) O que é um estado Laico?
R: Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. Também conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma religião.
Um Estado laico defende a liberdade religiosa a todos os seus cidadãos e não permite a interferência de correntes religiosas em matérias sociopolíticas e culturais.
4) Alguns episódios de confrontos entre Israel x Palestina:
R: Os conflitos entre Israel e Palestina nasceram em tempos remotos, pois se enraízam nos ancestrais confrontos entre árabes e israelenses. Mas os embates entre estes povos, que detêm a mesma origem étnica, recrudesceram no final do século XIX, quando o povo judeu, cansado do exílio, passou a expressar o desejo de retornar para sua antiga pátria, então habitada em grande parte pelos palestinos, embora sob o domínio dos otomanos. O ideal judaico de retorno á terra natal de seus antepassados é conhecido como Sionismo, vigente desde 1897, estimulado pela Declaração de Balfour, iniciativa britânica, que dá aos judeus aquilo que até então eles não tinham, direitos políticos próprios de um povo. Neste momento, vários colonos judeus começaram a partir na direção da terra prometida.
Conflito de 1948: A guerra árabe-israelense de 1948, geralmente conhecida pelos israelenses como Guerra da Independência ou Guerra da Liberação é considerada pelos palestinos como parte de al-Nakba , isto é, 'A Catástrofe', começou em 15 de maio de 1948, logo após a declaração de independência de Israel, e terminou após os vários acordos de cessar-fogo entre israelenses e árabes, firmados entre fevereiro e julho de 1949. A guerra foi um desdobramento da Guerra Civil na Palestina Mandatária (1947-1948). A guerra foi declarada pelos estados árabes, que haviam rejeitado o Plano da ONU de Partição da Palestina (Resolução 181 das Nações Unidas), segundo o qual a Palestina, ainda sob mandato britânico, seria dividida em um estado árabe e um estado judeu. Os confrontos tiveram início, no dia seguinte, em 15 de maio de 1948, exércitos árabes combinados atacaram Israel por três frentes diferentes. O objetivo declarado deles era a aniquilação total de Israel, o que, presumivelmente, incluiria a matança de todos os judeus que resistissem, e a expulsão (ou algo pior) dos que sobrassem.
Guerra de 1956: Durante este período deu o surgimento do Nasserismo; a proclamação da República Árabe Unida em 1958 e o seu colapso em 1961; disputas entre Israel e Síria relacionadas com áreas fronteiriças terrestres e marítimas: a continuação dos ataques dos fedayin, principalmente a partir da Síria e da Jordânia e represálias israelitas; e o aumento do alinhamento dos estados árabes com a União Soviética, principal fornecedora de armas. No início da década de 1960, os estados árabes estabeleceram a OLP. O artigo 24º da carta (ou pacto) de fundação da OLP, de 19645 estabelecia: "Esta Organização não exerce qualquer soberania territorial sobre a Cisjordânia, sobre a Faixa de Gaza e sobre a Área de Himmah."

Guerra de 1967: A Guerra dos Seis Dias decorreu entre 5 e 10 de Junho de 1967. Foi desencadeada por Israel contra o Egito e a Jordânia nos termos de uma guerra preventiva, já que o estado israelita sentia-se ameaçado pela política pan-árabe do presidente egípcio Nasser (que se traduziu em alianças militares com a Síria e a Jordânia) e pela partida de forças das Nações Unidas presentes no Sinai desde 1956. Alegando iminente um ataque do Egito e da Jordânia, Israel antecipou-se, atacando preventivamente. Reconhece-se atualmente, entretanto, que não havia quaisquer intenções agressivas dos países árabes atacados antes da guerra.6 Em consequência da guerra, Israel expandiu-se territorialmente, ocupando a Cisjordânia (conquistada à Jordânia), a Faixa de Gaza e a Península do Sinai (conquistadas ao Egito) e os Montes Golã (conquistados à Síria). A parte da Cidade Antiga de Jerusalém (também chamada Jerusalém Oriental), tomada a 7 de junho por Israel à Jordânia, seria reunificada por Israel com a Cidade Nova, formando um único município sob jurisdição israelita. Em 1980, uma lei israelita declarou Jerusalém como capital eterna e indivisível de Israel, mas a ocupação de Jerusalém Oriental é considerada ilegal do ponto de vista do direito internacional, tendo sido condenada por uma resolução das Nações Unidas.

Yom Kippun: O Yom Kipur ou Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao seguinte pôr do sol. Os judeus tradicionalmente observam esse feriado com um período de jejum de 25 horas e oração intensa.

5) Principais líderes no contexto de conflitos:

R:
David Bem Gurion: David Ben-Gurion, 16 de Outubro de 1886 — (Tel HaShomer, 1 de Dezembro de 1973), judeu polonês, foi o primeiro chefe de governo de Israel. Ben-Gurion foi um líder do movimento do Sionismo socialista e um dos fundadores do Partido Trabalhista (Miflêguet Haavodá), que esteve no poder em Israel ao longo das primeiras três décadas da existência do Estado.

Theodor Herzl:
A primeira escola de Theodor Herzl foi uma escola primária judaica. Aos 10 anos foi enviado para uma escola real, mas saiu dessa escola por conta do antissemitismo. Depois foi matriculado num colégio evangélico, onde não existiam problemas com o antissemitismo. Em 1878 sua família se mudou para Viena. Formou-se em Direito em 1884 e o seu trabalho inicial não tinha qualquer relação com a vida judaica, pois trabalhava como empregado não assalariado nos tribunais de Viena e Salzburgo. Ele queria muito viver em Salzburgo, mas sua condição de judeu nunca permitiria fazer-se juiz.
Apesar de ser formado em Direito ele se dedicava mais ao jornalismo e à literatura. Ao invés de procurar um emprego fixo, começou a viajar e escrever para jornais.

Gamal Abdel Nasser: Gamal Abdel Nasser, (Alexandria, 15 de janeiro de1918 — Cairo, 28 de setembro de 1970) foi um militar egípcio, presidente de seu país de 1954 até sua morte.
Depois de ter frequentado o ensino lineal entrou na Real Academia Militar, na qual se formou em 1938, onde terá reunido os membros do Movimento dos Oficiais Livres.

6) Primavera Árabe :
R: A Primavera Árabe não se trata de um evento, de algo breve ou de uma estação do ano, trata-se de um período de transformações históricas nos rumos da política mundial. Entende-se por Primavera Árabe a onda de protestos e revoluções ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para tirar ditadores do poder, autocratas que assumiram o controle de seus países durante várias e várias décadas.
Tudo começou em dezembro de 2010 na Tunísia, com a derrubada do ditador Zine El Abidini Ben Ali. Em seguida, a onda de protestos se arrastou para outros países. No total, entre países que passaram e que ainda estão passando por suas revoluções, somam-se à Tunísia: Líbia, Egito, Argélia, Iêmen, Marrocos, Bahrein, Síria, Jordânia e Omã. Veja abaixo as principais informações a respeito de cada uma dessas revoluções.



Referências: - http://www.brasilescola.com/geografia/primavera-Arabe.htm - http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamal_Abdel_Nasser - http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodor_Herzl - http://www.slideshare.net/VanChamma/conflito-israel-x-palestina-16207461 - http://pt.wikipedia.org/wiki/Yom_Kipur - http://www.infoescola.com/historia/conflito-entre-israel-e-palestina/ - http://www.usp.br/agen/?p=141658 - http://www.significados.com.br/estado-laico/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Segredo dos noivos

Abigail e Marlton iam se casar, tudo estava pronto. No meio da cerimônia, o celular do noivo começa a tocar. Imediatamente ele saiu da igreja. Todos olhavam para sua casa, ele não ligou e pegou sua moto e saiu.

Todos os convidados ficaram surpresos com o que havia acontecido. As famílias dos noivos saíram da igreja decepcionados. O que todos não sabiam era que Abigail era de uma agencia que prendiam mafiosos, a Marlton era mafioso. Ele não sabia que ela trabalhava em uma agencia assim e ela não sabia que ele era um mafioso.
Abigail, mais conhecida como Misty e Marlton, mais conhecido como Johnson, era inimigos e nem sabiam.

O telefonema que Marlton recebeu, foi de seu chefe avisando que ele tinha conversar com alguns gângster e que os outros mafiosos descobriam um lugar onde tinha uma agencia que capturava mafioso. (a agência que a Abigail trabalhava)

O telefonema que Abigail recebeu, foi para avisa-lá que um grupo de mafiosos iriam invadir a agência.

18:00, estava escurecendo e os dois chegam em casa, Conversam e chegam a um acordo: O casamento seria remarcado. Era tarde da noite e eles saíram de casa e se olharam com um olhar de desconfiado. Os dois entravam em seus veículos e foram para onde deveriam ir

Os mafiosos entraram na agência, mas não sabiam que todos na agência já estavam esperando. Por esse erro, os mafiosos foram presos. Abigail tirou o capuz de um deles, e era Marlton.
Abigail ficou surpresa, gritou e xingou Marlton. Ele disse a ela que ela também mentiu para ele, porque ela falava para ele que ela era entregadora de jornal.

Abigail voltou para casa, chorou muito, mas recomeçou a sua vida.

Férias de Verão


José e seu pai Josefino iam fazer uma viagem a Austrália.

José é um garoto de 12 anos que esta em suas férias de verão e disse as seu pai josefino, que queria passar suas férias na Austrália.

Josefino é um homem de 38 anos. É um empresário bem sucedido.

José queria tanto essa viagem que pediu muito para seu pai, até que seu pai disse:

-Está bem, José! Nós vamos para Austrália, mas só vamos ficar 10 dias lá.
José ficou muito feliz – Não acredito que o convenci.
Eles estavam no jatinho particular de Josefino, até que o jatinho ficou sem gasolina e eles tiveram que pular de paraquedas e caíram na África. Quando pularam conseguiram pegar os mantimentos e estavam com muita comida.

Eles caíram em um deserto, viram 2 leões, duas girafas e 2 elefantes caídos no chão, os animais não estavam mortos, mas estavam com muita fome.

Eles deram comida aos animais e os leões não os atacaram e foram embora.

Eles tinham ficado com medo dos leões e ficaram surpresos que os leões não os atacaram.

O sol ia se pondo. José nunca tinha reparado como o pôr do sol era incrível.
A noite estava estrelada, chovia muito e um rio que estava perto da barraca onde eles estavam começou a encher.

De manhã um helicóptero de resgate que estava sobrevoando por lá levaram os dois para casa.
As férias de José tinham acabado. Ele ficou amigo das girafas, ficou com saudades delas e ficou olhando as fotos.

Eles acordaram, o céu estava azul, era o primeiro dia de aula de José, mas o carro quebrou, ficou preso na lama, mas depois ele foi para a escola a pé, sua professora pediu para ele fazer uma redação resumindo suas férias em um dia, e ele chamou de “dia inesquecível”.

Um dia qualquer


Tinha acabo de acordado, tomei banho rápido,, eu iria ao Shopping com meus primos, Um problema, eles já haviam saído, liguei para eles e disse que já estava saindo, Sai correndo de casa e entrei em um ônibus

O ônibus não estava lotado, mas não estava vazio, os assentos quase todos ocupados tinham alguns de pé. Inclusive eu.

Meu celular estava tocando, antes de atender, vi que já havia passado 30 minutos. Atendi ao telefone eram meus primos porque eu estava demorando, mas eu só disse “espera, já estou chegando”. Quando desligo meu celular, ele vai ao chão, um homem entrega o celular para mim, eu vejo as roupas dele, visual anos 80, um cabelo Black Power, óculos escuros, e uma roupa colorida.

Viro as costas e ouço um som alto, quando viro era este mesmo homem dançando música dos anos 80

10 minutos se passam e esse homem continuava dançando, todos viraram e começaram a dar risada, bater palma e deram dinheiro para ele, pensei que ele estava dançando por dinheiro, mas me surpreendi, ele devolveu o dinheiro para todos. Um senhor lhe perguntou porque ele havia devolvido o dinheiro para todos que deram dinheiro a ele, ele ficou quieto por uns instantes e depois disse que ele faz isso para mostrar como era as danças nos anos 80. A mulher que estava ao seu lado esquerdo disse a ele que a maioria das pessoas que estavam no ônibus já conhecia essa dança, e ele disse a ele que também havia jovens no ônibus.

O ônibus parou, havia chegado ao meu destino, sai do ônibus, depois que eu sai, olhei para trás e vi este homem entrando em outro ônibus.

Pesquisa sobre palavras índigenas


Pesquisei palavras com influência indígena e seus significados como a palavra “Beiju” que o seu significado é iguaria comestível feita de mandioca, outras duas palavras são ”tipiti” e “panjelança”. Tipiti significa pequeno cilindro feito artesanalmente onde se deposita a massa da mandioca que secará e depois será usada no forno e “panjelança” é a arte de curar doenças.

Em outro livro chamado “A história da Língua Portuguesa” encontrei 7 palavras que são do reino vegetal, palavra que ouvi uma ou duas vezes, mas que me lembro quando as ouvi. Carnaúba é a cera extraída das plantas, sapé que é gramínea, taquara que significa bambu, as árvores bignoniáceas se chamam caroba, a árvores anonáceas é a araticum, de madeira vermelha PE a canjarana, o jacarandá é uma de leguminosa.

Documentário "Indios do Brasil"


Meu ponto de vista mudou em relação aos índios. Antigamente pensava que eles só caçavam e faziam rituais, também pensei que eram agressivos.

Depois da leitura do livro “EKOABOKA” e ver esse documentário, meu ponto de vista dos índios foi totalmente mudado. Acho que as pessoas que os índios são estranhos porque não conhecem a cultura deles, e por isso há preconceitos com eles. Uma cultura muito interessante por sinal mas ela deu lugar a sociedade.

Carta referente a água


Mãe,

Oi mãe, tudo bem? Estou mandando está carta a você para lhe dizer como a água é importante.

Apenas 3% da água no nosso planeta é doce, pode ser que a água salgada nunca acabe, mas a água potável pode acabar.

Você sabe, mas não custa relembrar, devemos escovar os dentes com a torneira fechada, quando estiver lavando a louça, fechar a torneira enquanto estiver ensaboando, demorar um pouco menos no banho, você sabia que o ideal é um banho de 3 minutos? Depois desse tempo pode causar danos a pele.

Tem muita poluição, muito mesmo, as empresas não conseguem dar conta.

Sem a água todos morreriam principalmente os animais. Peixes, baleias e outros animais aquáticos são os que mais precisam de água, uns são de águas doces e outros de salgadas. Os de água salgado podem até viver mais, pois tem mais água salgada do que doce. Os animais terrestres não teriam água potável e ficariam desidratados.

Existe várias campanhas para preservar a água, muita gente ajuda, tem pessoas que não ligam e pessoas que dizem que querem ajudar, mas não faz nada para ajudar.

Não só ficaríamos desidratados com a água, como não íamos comer, por exemplo os legumes, vegetais, frutas, precisam muito de água para crescer os animais precisam ter água para ir a mesa.

Então, sem água não teria nada, comida, bebida, não teria nada, carro, casas, brinquedos, jogos, computadores, escola, correios, não teria animais, vegetais, nem humanos, não teria vida, não teria nada.

Mãe, temos que preservar a água, cuidar bem dela, não desperdiçar, pode ser que essa geração não veja a água acabar, mas e as próximas gerações? Pode ser que não tenham mais água, temos que começar a preservar e ensinar para as gerações futuras como cuidar da água.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Trailer do filme Tainá 2- A aventura continua

   Encontramos o trailer de um filme chamado "Tainá 2- A aventura continua", onde é apresentado algumas cenas de desmatamento, e além dessa prática ilegal, é mostrado o tráfico de animais silvestres que tabém é uma prática totalmente ilegal. Para mostrar isso, o filme faz com que conheçamos a história de um pequeno garoto que passa as férias na casa de seu pai, onde ele conhece a protagonista do filme, a índia Tainá, assim como acontece na história do Ekoaboka, com Alex.


Reportagem sobre o desmatamento

   O capítulo três, 'Encontros'. Nesse Capítulo é encontrado algo que acontece rotineiramente nos dias de hoje: O desmatamento. Para isso, encontramos uma reportagem que fala algumas medidas que o IBAMA está fazendo para acabar com isso.
   Na reportagem conta que foram apreendidos dois tratores que foram vistoriados por dois orgãos e que esses tratores estavam com o fim de desmatar determinada região de uma fazenda do Mato Grosso. Além dos tratores, foi apreendido o "correntão" que desmata uma área de 10 campos de futebol em somente um dia, e ele é um objeto puxado pelos tratores.
   Além disso, a reportagem apresenta um plano de urgência para acabar definitivamente com o desmatamento, onde até mesmo o exército irá ajudar na fiscalização.
   Lá também fala que no estado do Mato Grosso não tem nenhuma lei que proíba o usa da técnica do "correntão" para o desmatamento, mas o governador do estado disse que já estava providenciando para que essa prática seja proibida.
   Com relação ao livro, lá se é falado que uma madeireira asiática estava desmatando várias áreas da região ilegalmente, na área dos indígenas até. Mostrando que assim como acontece na realidade, foi relatado no livro.

Música referente ao desmatamento

Desmatamento

Roubando como um desesperado sem nenhum sentido.
Desmatando a mãe natureza que nos teve como filhos.
Todos, filhos de Jáh.
Jáh deu a natureza não foi para um só, não foi para um só,
Deus deu a natureza para todos nós cuidamos bem dela.
Não convém, está cometendo suicídio.
Não faça isso rapaz, prejudicando nossas vidas.
Avida dos nossos filhos e a dos animais.
Não mate o que é da mata ela só faz você ser feliz.
Isso que não pode acontecer, não pode acontecer.
Desmatar a mata para poder se enriquecer.
Pois a natureza não mata, ela só faz você viver e ser feliz.
Não convém, está cometendo suicídio.
Não faça isso rapaz, prejudicando nossas vidas.
A vida dos nossos filhos e a dos animais.
Eu cuido dela sim, para que a mãe natureza cuide bem de min.

Nesta múica apresenta exatamente o que foi visto por Catu e Alex enquanto caçavam. Lá eles econtravam uma madeireira asiática, e que essa madeireira somente desmatava com objetivo própio, sem pensar no meio ambiente, e na música é falado um pouco sobre isso.

Soneto referente ao capitulo 3 do livro EKOABOKA

Catu num gesto de amor
Passa a pedrinhas atacar
Mas numa má interpretação
Faz ódio de Chantal desencadear

Após conhecer a tribo
Alex finalmente vai caçar
Mas certa hora encontra pessoas
Que só pensam em desmatar

Inconformado com o que acabara de ver
Alex escreve para Kiko
Esperando uma resposta obter

Chantal finalmente compreendeu
A tribo de Catu ela conheceu
E por fim o beijo tão cobiçado ela deu

Um menino e um problema

   Maxwell tem vários amigos, na escola e perto de sua casa. Ele gosta de ficar em casa, mas na escola... Maxwell está tendo muita dificuldade na escola, seus pais brigam com ele todos os dias, o que eles não sabem é que ele tem dislexia.
   Maxwell é um garoto de 15 anos que está no 1º ano do ensino médio e tem dislexia, nunca precisou fazer duas vezes a mesma série, pois a escola onde estudava,  reprova o ano apenas por ausências.
   Maxwell estava saindo de casa para ir a escola, quando sua mãe diz a ele que ele vai ter consultas com um psicólogo, Maxwell estaava chegando na escola quando começou a pensar sobre seus problemas com suas notas.Os seus professsores já tinham falado para ele que ele tinha dilexia, mas ele nem livaga para os professores, Refletiu muito sobre o que estava acontecendo com ele e pensou "tenho mesmo que ir ao psicólogo".
   Maxwell disse ao seus professores que ele iria ao psicólogo. Eles ficaram felizes com a notícia e deram uma atenção a mais para ele, para que ele entenda melhor.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Síntese do conto "Amor"

Ana era uma dona de casa muito preocupada com os afazeres, ela tinha marido, filhos e morava numa casa muito boa.
Um dia ela foi fazer as compras para o jantar e na volta ficou surpreendida com um cego que estava no ponto do bonde mascando chiclete com muita naturalidade, isso a incomodava muito porque mesmo ele apresentando dificuldades ele era feliz. Nesse mesmo instante ela ficou pensando que não era mais feliz daquele jeito a muito tempo.
Quando o bonde voltou a andar Ana deixou cair suas compras, os passageiros recolheram as compras e seguiram viagem.
A distração de Ana era tão grande que ela perdeu o ponto, então ela desceu próximo ao Jardim Botânico.
Ela ficou a tarde inteira observando pássaros, insetos, folhas, flores, terra e vento.
Quando lembrou que tinha afazeres, ela voltou para a casa diferente começou a ter mais amor pelo marido, filhos e até pela casa.
Jantaram com os amigos e crianças e depois Ana foi dormir junto com seu marido.

Síntese do conto "Laços de família"

   Catarina e sua mãe juntas por duas semanas.Na despedida o respeito era grande entre o marido de sua filha. Será que não estás esquecendo nada? Contava varias vezes as malas.
No taxi elas conversam e Severina continuava perguntando se não tinha esquecido nada, o que irrita a filha Catarina. O papo ia longe e Catarina viu que sua mãe estava envelhecida e ainda tinha os olhos brilhantes.
   O trem não partia e ambas esperavam sem ter o que dizer. A mãe tirou o espelho da bolsa e examinou-se no seu chapéu novo, comprado no mesmo chapeleiro da filha.
   A última luz da tarde estava pesada e abatia-se com gravidade sobre os objetos. As areias estalavam secas. O dia inteiro estivera sob essa ameaça de irradiação. O menino gritaria no primeiro sono, Catarina interromperia um momento o jantar... e o elevador não pararia por um instante.
   Depois do jantar eles iriam ao cinema", Porque depois do cinema seria enfim noite, e este dia se quebraria com as ondas nos rochedos...

Síntese do conto "as cerejas"


  Narra uma pequena parte da vida de uma garota, chamada Júlia. A mesma vive em uma chácara com sua madrinha e com Dionísia, a empregada. Nas férias, recebe a visita inesperada de seu primo Marcelo e de tia Olívia.
   Tia Olívia, aparente ser uma mulher muito fina e acostumada com luxo. Acima do decote do vestido carregava duas cerejas de cera, uma em cada seio, Marcelo muito admirado por Júlia, é mais simples, adora cavalgar e aparenta não gostar muito de Tia Olívia, que para ele, é muito vulgar. O clímax da história ocorre numa noite de chuva quando acaba a luz. Júlia vai até o quarto de Tia Olívia, para entrelaçados no escuro.
    Na mesma noite, fica doente. Marcelo vai embora sem despedidas. Tia Olívia, vai ao quarto de Júlia e lhe entrega uma das suas “cerejas”.

                                              

Síntese do conto "Venha ver o pôr-do-sol"

Ricardo e Raquel eram dois namorados quando jovens. Mas ela trocou-o por um homem mais velho, porém mais rico. Ricardo nunca se conformou. Convidou-a então para um encontro, um último pôr-do-sol, num cemitério abandonado de um vilarejo. Ela vai de táxi, anda vários metros a pé, pois o chão é um barro e o carro não chega até lá. Começam a conversar e Ricardo leva-a para dentro do cemitério, de braços dados, contando histórias antigas de ambos. Raquel tem medo. Ele diz a ela então que nada temia por que com ele não há problema, e lhe conta a história de uma prima, apaixonada por ele, que ela o amou ,ele não, e ela morreu quando tinha quinze anos. Ela o provoca, diz que agora tem um namorado rico, dá tudo o que ela quer. O ódio o consome, mas ele se controla. Vão visitar o túmulo da prima de Ricardo. Chegam ao túmulo, Ricardo pede para que Raquel observe o quanto a prima era bonita, compara a duas, para logo depois irem embora. Raquel entra na capelinha que dá acesso ao túmulo, arrepia-se toda, treme de frio. É escuro o lugar, mas ela acende um fósforo, alimentando ainda mais o ódio de Ricardo. Aceso o fósforo, lê a inscrição no túmulo da prima e faz umas contas matemáticas: Maria Emília nascida em 1892 e falecida ao quinze anos e... Mas ela jamais poderia ser sua namorada... ela olha para trás, vendo Ricardo com as chaves do túmulo na mão e rindo. Um sinistro pressentimento passa por sua cabeça. Ricardo fecha as portas do túmulo. Ela grita enquanto ele chacoalha as chaves e vai embora. Ela grita, grita, se desespera.
Ricardo se afasta e os gritos vão se distanciando, mas ninguém ouve.
Raquel grita, enquanto Ricardo passa pelo portão, e fecha-o. Ninguém mais a ouve.






Síntese do conto "O Bufalo"

Uma mulher que teve uma decepção amorosa resolveu ir ao jardim zoológico para ver como os animais se sentiam, ele queria ver o ódio deles. Mas não foi como ela queria que fosse, os animais mostravam sentimentos de amor e muito amor ao invés de demonstrarem o que ela queria, o ódio.
Tentou achar o ódio em todos os animais do zoológico.
Ela continuou andando no jardim zoológico e encontrou um búfalo. Ela começou a provocá-lo.
O búfalo começou a encara-lá, ela ficou assustado, mas mesmo assim ficava olhando fixamente para o búfalo e não conseguia desviar o olhar.
Ela desmaiou e caiu vendo um céu e um búfalo.


Síntese do conto "Naquela Barca"


   Em uma barca escura e silenciosa com uma embarcação com apenas 4 pessoas.
   Um velho que era um dos 4 passageiros, era um bêbado, adormeceu depois de falar com uma amiga imaginária. Outra passageira era uma mulher jovem segurando um outro passageiro que era criança com apenas 1 ano de cidade.
   Ninguém fazia nada, não falavam nada, apenas observaram. E era natal.
   A mulher que estava na barca havia se casado, mas o marido a deixou, com uma carta avisando que ele morar com sua mãe. Ela disse que teve um sonho e sentiu a mão de Deus segurando ela e o filho dela estava brincando com o menino Jesus e acordou feliz.
   A barca chegou ao seu destino. A criança acordou não estando mais doente, o bilheteiro acordou o velho e saiu falando com seu amigo invisível.


Síntese do conto "Felicidade Clandestina"

 
  Felicidade Clandestina relata a história de uma menina que era filha de um dono de livraria.
Ela era gorda, baixa, sardenta e tinha cabelo crespos.
    Ela odiava a todos, chupava as balas com barulho para as meninas ficarem com vontade.
Nem nos aniversário das meninas ela dava um livro barato, ela dava um cartão.
   Um dia ela tinha informado as meninas que tinha ganhado um livro de monteiro lobato. 
     Uma das meninas se interessou e pediu emprestado o livro, a menina com crueldade falou para ela ir até a casa dela pegar o livro, mas todos os dias que a menina ia pegar o livro a filha do dono da livraria falava que tinha emprestado o livro, até que um dia a mãe da menina viu a crueldade e falou para a filha emprestar o livro, então a menina levou o livro para a casa e a mãe da menina cruel falou para ele que ela podia ficar com ele o tempo que quisesse.


Entrevista com Clarice Lispector pela TV Cultura

   
  
   Clarice Lispector foi entrevistada no programa panorama na TV cultura em 1977, no mesmo ano de sua morte.
   Clarice Lispector é uma escreitora, que nasceu na Ucrânia, veio para o Brasil, na região do nordeste e depois foi para o Rio de Janeiro, pela entrevista podemos perceber seu sotaque.
   Ela se considera uma escritora amadora, ela disse que escreve suas histórias quando quer e ela acha que os escritores profissionais tem obrigação de escrever e a um longo periodo entre uma obra e outra. Quando era, com 7 anos de idade, inventou uma história que não tinha fim. Com 12 anos sua mãe morre e com essa mesma idade ja fazia esboço para suas histórias.
   Saiu do Brasil, se casou com um diplomata e voltou para o Rio de Janeiro.
   Morreu de câncer em 1977, 1 dia antes de seu aniversario.


Referência: https://www.youtube.com/watch?v=djj_gdxUrPI

Síntese sobre Clarice Lispector

  
   Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, de pais russos, no ano de 1925 e imigrou para o Brasil com a familia, ela ficou no Brasil, em recife, não voltou para a Ucrania.  
   Sua mãe morreu quando ela tinha 12 anos. Ela se mudou com a familia para o Rio de Janeiro, ja tendo esboçado seus primeiros contos.
   Depois de separar-se do marido, já de volta ao Brasil e morando no Rio de Janeiro soube que sofria câncer generalizado. Morreu em dezembro de 1977, na véspera de seu aniversário, como uma das mais importantes vozes da literatura brasileira.

Referência: http://pt.shvoong.com/books/biography/1659727-clarice-lispector-vida-obra/